quarta-feira, 3 de abril de 2013

VICE-GOVERNADOR PARTICIPA DA 17ª REUNIÃO DO CONDEL COM A PRESIDENTA DILMA NO CEARÁ

Uma extensa pauta abordando as principais questões que demandam apoio dos ministérios e órgãos do Governo Federal para minimizar os efeitos da seca no semiárido nordestino. Esse é o foco que norteará as discussões durante a 17ª Reunião do Conselho Deliberativo da Sudene (Condel), que reúne os nove representantes dos governos do Nordeste, além de Minas Gerais e Espírito Santo (que compõem a área de abrangência da Sudene), contando com a presença da presidenta da República, Dilma Rousseff, nesta terça-feira, 2, em Fortaleza (CE). O vice-governador Jackson Barreto participa do evento representando o governador Marcelo Déda.



Também integram a comitiva de Sergipe o secretário de estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, José de Oliveira Júnior; o secretário de Estado da Agricultura, José Macêdo Sobral; o coordenador da Defesa Civil, tenente-coronel BM José Erivaldo Mendes, e o assessor econômico do Governo do Estado, economista Ricardo Lacerda.

Ampliação de Ações

Para o vice-governador, Jackson Barreto, com a presença da presidenta Dilma Rousseff e de diversos ministros de Estado, bem como dirigentes de órgãos federais, fica patente o compromisso do Governo Federal com o atendimento às demandas emergenciais provocadas pela maior seca dos últimos 50 anos. “Estamos mais uma vez trazendo para o centro das discussões nacionais a questão do enfrentamento da seca e discutindo a ampliação efetiva das medidas emergenciais para atendimento às populações do semiárido. Esperamos sair daqui com uma lista de medidas que, em paralelo às ações já desenvolvidas pelo Governo do Estado, atinjam as necessidades prioritárias da população sergipana atingida diretamente pela estiagem”, salientou o vice-governador, Jackson Barreto.

Ao abrir oficialmente a reunião, a presidenta Dilma Rousseff destacou que haverá uma ampliação de recursos voltados especificamente aos programas inerentes ao combate aos efeitos da estiagem, totalizando R$ 9 bilhões a mais em investimentos envolvendo novas medidas de enfrentamento à seca.

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